De cada vez que entro num aeroporto, seja a ir, seja a voltar, esta música da Maria Rita ecoa na minha cabeça. Na verdade é sobre uma estação de comboios, mas acho que também se aplica bem a um aeroporto. Porque para mim o aeroporto é isso mesmo, um espaço de encontros e de despedidas.
Nos antigos filmes de ficção científica, dos quais não sou grande amante (nunca vi o Star Wars, não me batam nem me atirem pedras), imaginava-se sempre como seria o futuro no ano 2000. E parecia sempre tudo ultra moderno e espectacular.
Assim que passo os detectores de metais do aeroporto, o meu coração começa a palpitar. Em primeiro lugar, porque significa que passei com distinção, sem apitar por todos os lados e sem me confiscarem o amaciador. Em segundo, porque estou prestes a enfiar-me num avião, e eu não sou propriamente uma mulher que adora não ter chão debaixo dos pés. Em terceiro lugar, e o melhor de todos, porque tenho pela frente um sem número de lojas para explorar.
Neste corrupio de pessoas, que chegam e que partem, podemos até detetar de onde são, mas é mais complicado perceber como se cuidam, no que à beleza diz respeito! Por muito que as tendências sejam cada vez mais universais, graças às novas tecnologias, que unem o mundo à distância de um clique, a verdade é que as diferenças nos cuidados de beleza existem e não são assim tão pequenas.
Não há melhor forma de render homenagem aos extraordinários sabores da gastronomia nacional do que se reunir amigos e familiares à mesa para se partilhar uma refeição bem ao gosto português, confecionada com ingredientes selecionados. O chef Henrique Sá Pessoa deixa aqui a sua sugestão para uma entrada de mestre.
Foi no norte que o país, hoje chamado Portugal, se começou a desenhar, no remotíssimo século IX. Era então um condado que cedo ganhou ânsia de independência, lutando para se libertar da integração no vizinho reino da Galiza.